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Programa Lideranças Virtuosas – Encontro oficial 1: Debate sobre o Livro “21 Lições do Século 21

Atualizado: 21 de fev. de 2022



Hoje foi o encontro dos Virtuoses para debater o livro 1 do Programa Lideranças Virtuosas: “21 Lições do Século 21”.


Como tarefa, tivemos a difícil missão de eleger a passagem do livro que mais nos “chamou a atenção”.


Foi muito difícil escolher apenas uma, mas consegui resumir em três:


(i) “Não devemos jamais subestimar a ESTUPIDEZ HUMANA. (…) O problema é que o mundo é muito mais complicado que um tabuleiro de xadrez, e a racionalidade humana não está à altura da tarefa de realmente compreender esse fato. Por isso até mesmo líderes racionais muitas vezes acabam fazendo coisas muito estúpidas. (…) Um remédio potencial para a estupidez é uma dose de HUMILDADE. Tensões nacionais, religiosas e culturais são agravadas pelo sentimento grandioso de que minha nação, minha religião e minha cultura são as mais importantes no mundo – por isso meus interesses vêm antes dos interesses de qualquer outra pessoa, ou da humanidade como um todo. O que poderemos fazer para que nações, religiões e culturas sejam um pouco mais realistas e modestas quanto ao seu verdadeiro lugar no mundo?” (p. 226/227)


(ii)Quando estamos próximos de tomar as decisões mais importantes da vida, eu confiaria mais naqueles que ADMITEM a IGNORÂNCIA do que naqueles que alegam infalibilidade. Se você quer que sua religião, ideologia ou visão de mundo lidere o mundo, minha primeira pergunta a você é: Qual é o maior erro que sua religião, ideologia ou visão de mundo cometeu? O que ela entendeu errado? Se você não for capaz de responder seriamente, eu, por mim, não confiaria em você”. (p. 266/267)


(iii) “A escolas deveriam minimizar habilidades técnicas e enfatizar habilidades para propósitos genéricos na vida. O mais importante de tudo será a habilidade para lidar com mudanças, aprender coisas novas e preservar seu equilíbrio mental em situações que não lhe são familiares. Para acompanhar o mundo de 2050 você vai precisar não só inventar novas ideias e produtos – acima de tudo, vai precisar reinventar a você mesmo várias e várias vezes. (…) Para sobreviver num mundo assim você vai precisar de muita flexibilidade mental e de grandes reservas de equilíbrio emocional. (…) Infelizmente, ensinar crianças a abraçar o desconhecido e manter o seu equilíbrio mental é muito mais difícil do que ensinar uma equação ou as causas da Primeira Guerra Mundial. (…) Aos professores falta a flexibilidade mental que o século XXI exige, pois eles mesmos são produtos do antigo sistema educacional(p. 323 e 327)


Estes três trechos mexeram comigo por diferentes razões. No meu grupo de amigos e familiares, sinto que temos tido muita intolerância para ouvir e compreender a visão do outro (quando diferente da nossa própria opinião). Mas, em especial, a passagem (iii), que fala das habilidades que as crianças deverão ter para conseguirem acompanhar tanta mudança que vem ocorrendo de forma tão acelerada no mundo, mexeu muito comigo, porque estamos vivendo exatamente esse momento de procura por uma escola que valorize genuinamente desenvolver nos nossos filhos essas habilidades de cooperação, adaptabilidade, empatia, criatividade, etc.


E você? Já leu esse livro? Gostou? O que mais te marcou? Que tal me contar nos comentários? Vou adorar saber!



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